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Professores do IFMA Santa Inês no Programa Educa+

Desenvolvida em parceria com a Steinbeis-sibe do Brasil, a iniciativa oferta Qualificação em Gestão da Inovação e Educação Digital.  
  • Assessoria de Comunicação com informações do campus
  • publicado 11/04/2022 19h29
  • última modificação 11/04/2022 19h35

O Instituto Federal do Maranhão – Campus Santa Inês obteve a aprovação de servidores em Projeto de Gestão da Inovação (PGI), no âmbito do programa Educa+ oferecido pelo IFMG, com o apoio da Setec/MEC, e em parceria com a empresa de consultoria educacional Steinbeis-Sibe do Brasil e do Senai.

 

Os servidores aprovados formam um Time de Desenvolvimento de uma solução pedagógico-tecnológica inovadora para contribuir com metodologias de design para cursos técnicos e de criação de ambientes de ensino-aprendizagem inovadores com vistas a formação de educandos com competências técnicas e tecnológicas para o mundo do trabalho 4.0 e para a educação digital. Esse time de desenvolvimento será dividido em duas outras equipes: uma de Inovação e a outra de Capacitação. A equipe de inovação será qualificada através do Programa de Qualificação em Gestão da Inovação (Innovation Management Professional – IMP), enquanto a equipe de capacitação participará uma Especialização em Educação Digital (Cultura Maker) pelo Senai.

 

A equipe de inovação receberá treinamento no IMP da Steinbeis-Sibe e será responsável pelo desenvolvimento e transferência de conhecimentos e tecnologias às instituições participantes: o IFMA Campus Santa Inês e a escola da rede estadual de ensino Centro Educacional Prof. João Cardoso Campos localizada no município de Pindaré-Mirim-MA. Já a equipe de capacitação oferecerá suporte à equipe de inovação com ideias, sugestões e expertises para que o Time Desenvolva uma proposta de solução para o problema a ser resolvido.

Para o diretor geral do Campus Santa Inês, Aristóteles Larcerda, a parceria com a escola estadual João Cardoso Campos é uma excelente oportunidade para compartilhar o aprendizado, os conhecimentos e a experiência da execução de um Projeto de Gestão da Inovação de forma solidária. “Estaremos fomentando a possível criação de ambientes de trabalho mais cooperativos e inovadores em ambas unidades de ensino”, analisou.

 

O Projeto de Gestão da Inovação (PGI) será hospedado e desenvolvido na Fábrica de Inovação do Campus Santa Inês que integra o projeto estratégico institucional do IFMA com objetivo de estimular o desenvolvimento da pesquisa e da inovação, solucionando demandas locais.

O objetivo geral do projeto é promover a discussão entre os pares e membros do time, para a criação e a experimentação de uma proposta de solução pedagógico-tecnológica que crie condições estruturantes para o desenvolvimento de ambientes de aprendizagem tecnológicos saudáveis e inovadores. “Nessa proposta de inovação, o próprio estudante passa a ser protagonista de sua formação profissional sempre com a orientação dos seus mestres”, pontua o coordenador da Fábrica de Inovação em Santa Inês, professor Anderson Araujo Meireles. “Com o uso de nossa Fábrica de Inovação para prototipagem de produtos, por exemplo, podemos criar situações de ensino-aprendizagem mais leves, divertidas e ainda muito eficientes e eficazes”, complementou.

 

Além do apoio institucional necessário, a motivação para concorrer ao edital Educa+ surgiu após os resultados da pesquisa de mestrado pela Universidade de Berlin / Steinbeis-Sibe que investigou a deterioração da saúde e qualidade de vida dos servidores do IFMA ao longo de suas carreiras.  O estudo apontou para significativas evidências da necessidade de fomentar amplo e irrestrito acesso e uso das informações e dados institucionais locais no processo de tomada de decisões nos campi. Ele também apontou a necessidade de monitoramento da qualidade dos ambientes organizacionais de trabalho; além de treinamento com metodologias de condução (gestão) de reuniões de trabalho profissionais direcionadas para os objetivos, metas e indicadores constantes no Plano de Desenvolvimento Institucional.

O professor EBTT de economia do IFMA, Harry Hamming III, idealizador e gestor do projeto, afirma, em tom descontraído, que “para o take-off (decolagem) dessa missão, teremos o problema já delimitado, mas apenas uma ideI.A. inicI.A.l muito vaga da possível órbita espacial onde se acredita estar o ‘planeta’ com a solução mais inovadora desse bendito problema, criado aqui na Terra por nós mesmos, seres humanos”. Segundo ele, “o sucesso dessa viagem depende exclusivamente de nossa capacidade de trabalhar em equipe, verdadeiramente, como um time, sem egos ou vaidades intelectuais.”

 

Por estar sob segredo de patente, a gestão do projeto ainda deixou escapar que a maturidade do projeto piloto de inovação acontecerá quando conseguirem programar algoritmos computacionais para criar uma Inteligência Humana Artificial (I.H.A.) que – com base em um ‘BIG DATA LOCAL’ vocacionado às necessidades de ensino da comunidade local – simule processos avançados de cognição humana, oferecendo suporte e mais opções às decisões pedagógicas (do processo de como ensinar e aprender) de professores, educadores e educandos.

 

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