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Ex-aluna do campus é aprovada em doutorado na UFPE

Michele Joyce Pereira dos Santos, foi aprovada no doutorado em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
  • Assessoria de Comunicação
  • publicado 11/05/2020 16h51
  • última modificação 11/05/2020 16h51

A ex-aluna do curso de graduação tecnológica em Construção de Edifícios do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) Campus Santa Inês, Michele Joyce Pereira dos Santos, foi aprovada no doutorado em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) O cenário promissor da construção civil foi o que motivou a estudante baiana a ingressar no curso do IFMA, em 2011.

Durante a graduação, desenvolvi um projeto de pesquisa sobre a reutilzação de resíduos cerâmicos na cidade de Santa Inês (MA), este que se tornaria meu trabalho final de conclusão de curso. O projeto iniciou minha vida na pesquisa e me proporcionou participar de diversos eventos científicos, momentos únicos de aprendizado e interação com outros pesquisadores”, explica a ex-aluna. 

No último ano do curso, Michele contou com a oportunidade de lecionar em uma escola técnica como professora auxiliar e essa experiência despertou na estudante o interesse para a docência. “Após a conclusão do curso, eis que surgiram as dúvidas sobre em qual seguimento da carreira seguir. Assim, decidi trabalhar em campo para adquirir experiência prática e ter certeza onde realmente desejaria atuar”.

Em 2015, Michele participou e foi aprovada em uma seleção do IFMA – campus Santa Inês para professor substituto, o qual permitia a inscrição de profissionais com título de Tecnólogo. Desse momento em diante a carreira acadêmica se tornou o principal objetivo para a jovem. “Voltar ao Instituto onde me formei, mas naquele momento como professora, foi uma sensação indescritível e de realização pessoal”, relata.

Após o encerramento do contrato de professora substituta, procurei a continuidade dos estudos e consegui ingressar no Mestrado Acadêmico em Engenharia Civil da Universidade de Pernambuco (UPE) em 2018. Ter sido aprovada em 3º lugar foi uma grande surpresa e o que me fez garantir essa vaga foram as experiências adquiridas, participação em projetos e as publicações em congressos científicos nacionais e internacionais”.

Já em 2019, Michele passou a lecionar como professora contratada na Universidade de Pernambuco (UPE) ao mesmo tempo em que concluía seu último ano do mestrado na instituição. Atualmente é aluna no Doutorado em Engenharia Civil da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), aos 29 anos.

A trajetória da jovem mostrou que a Graduação Tecnológica não é um fato limitador para a continuidade dos estudos em seu mais alto nível de formação. No entanto, ainda hoje é um grande desafio ingressar nos cursos de Pós-Graduação stricto sensu (Mestrado e Doutorado) no Brasil e por isso é bom estar atento a alguns detalhes.

Geralmente, os editais para seleção de alunos de Pós-Graduação trazem uma consideração relacionada aos históricos escolares. Quando o curso de graduação do candidato é na área correspondente ao Mestrado ou Doutorado, a nota para histórico será considerada integralmente, mas se o curso for em área correlata ou formação tecnológica, a nota do histórico escolar receberá uma redução.

Esse critério faz com que Tecnólogos tenham uma significativa desvantagem nas seleções para Pós-Graduação. Por isso é importante compensar essa desvantagem com as publicações de artigos científicos em congressos e periódicos, além da participação em cursos de pequena duração ou especialização.

Cada universidade pode adotar seus próprios critérios de seleção! Então o primeiro passo para conquistar o tão sonhado Mestrado ou Doutorado é definir a instituição onde deseja estudar e saber quais são os critérios estabelecidos nos respectivos editais. Parabéns Michele!

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