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Pesquisa aborda impactos da atividade física em indivíduos com Síndrome de Down

Artigo do professor Antonio Cunha foi publicado na Motriz – Revista de Educação Física.
  • Assessoria de Comunicação
  • publicado 09/04/2018 10h24
  • última modificação 09/04/2018 10h25

Professor Antonio Cunha acompanhado de um dos participantes da pesquisa

O professor Antonio Cunha, do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) Campus Santa Inês, é um dos autores da pesquisa sobre Impactos de níveis leves e fortes de atividade física na composição corporal, variáveis hemodinâmica e autonômica no indivíduo com Síndrome de Down. O estudo foi publicado na edição de março da Motriz: Revista de Educação Física, publicada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) Campus Rio Claro.

O estudo foi realizado entre 2016 e 2017 na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de São Luís – MA, no Centro Dia, por indicações de pais que têm filhos com Síndrome de Down. A amostra foi dividida em quatro grupos, sendo 15 participantes sedentários (SED), 9 do grupo ativo leve (AL), 12 do grupo ativo forte (AF) e 11 do grupo controle. Eles foram divididos a partir dos resultados obtidos no Questionário Internacional de Atividade Física (IPAC), avaliação antropométrica com uso de fita métrica e adipômetro, hemodinâmica e variabilidade da frequência cardíaca (VFC), que foi obtida de maneira contínua e não invasiva, batimento a batimento, através do eletrocardiograma (ECG).

No grupo de indivíduos com Síndrome de Down (Trissomia do Cromossomo 21), se observa prevalência do excesso de peso e obesidade superiores às verificadas em populações adultas saudáveis. Assim, acabam tendo maiores riscos de sofrer um infarto agudo do miocárdio, hipertensão arterial e diabetes, podendo acarretar a morte precoce. As características do indivíduo com a síndrome são congênitas e incluem, principalmente, hipotonia (fraqueza) muscular, baixa estatura, diminuição de várias capacidades físicas motoras, como resistência corporal, equilíbrio, força, agilidade, entre outras.

Durante a pesquisa, foram avaliados os seguintes quesitos: composição corporal (índices de massa corporal), hemodinâmica (obtenção de dados funcionais e anatômicos das várias cardiopatias) e modulação autonômica (variação da frequência cardíaca). Os resultados apontaram que os programas de treinamento resistido promoveram alterações em vários aspectos relacionados ao condicionamento físico, como aumento da resistência muscular localizada de todos os grupos musculares envolvidos, além de mudanças no peso, na dobra subcutânea escapular, nas circunferências do tórax, cintura, antebraço e quadril, e no Índice de Massa Corporal (IMC).

 

Leia o artigo na íntegra (disponível em Inglês)

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